"Traçando caminhos,
criando metas,
buscando...tentando...fazendo.
É assim que nos construímos.
É assim que nos expressamos.
Cada movimento, um degrau.
Cada passo, uma conquista.
Cada experimento, uma realização.
Somos.
Criamos.
Somamos.
A experiência é instrumento da vida.
É caminho para a escolha,
referência para a decisão.
A experiência é movimentação,
espaço para a descoberta,
campo de atuação.
A experiência é um instrumento da vida.
Nela crescemos,
nela nos fazemos,
nela nos conhecemos.
Experimentar,
é caminho de ampliação do conhecimento,
crescimento de chão, abertura.
Experimentar sentindo é experienciar.
Experienciar é expandir a vibração.
da Grande Consciência Cósmica,
no aprendizado contínuo da vida terrena.
É fazer estando consigo,
traçando metas,
criando e percorrendo caminhos.
(JC, por Nereida Fontes Vilela (Leitura Corporal)
Queridos seguidores e amigos,
Leiam com calma e com o coração alguns vezes o texto acima.
Deixem que ele os toque.
Perceberão na sua simplicidade, a profundidade de cada palavra, desse Grande Pequeno Texto.
O levem para a vida diária de cada um de vcs.
Angela. bj no coração.
domingo, 19 de junho de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
QUEM AMA CUIDA
Gente, o curso 'Doença e Sintoma: caminhos de autoconhecimento e cura' no sabado passado(14.05) foi, como eu já havia falado sobre esse curso, um momento divino, especial, transformador.
Fiquem atento, outros cursos, outras oportunidades virão!
Hoje me deu vontade de escrever sobre educação pais x filhos, escola x alunos e achei um texto da Lya Luft, escritora de peso nesse assunto, que se intitula 'QUEM AMA CUIDA' .
Somos uma geração perplexa, somos uma geração insegura, somos uma geração aflita - mas, como tudo tem seu lado bom, somos uma geração questionadora. O que existe por aí não nos satisfaz. Sofremos com a falta de uma espinha dorsal mais firme que nos sustente, com a desmoralização generalizada que contamina velhos e jovens, com a baixa auto-estima e o descaso. Algum remédio deve ser buscado na realidade, sem desprezar a força da imaginação e a raiz das tradições - até no trato com as crianças.
Uma duradoura influencia em minha vida, meu trabalho e arte foram os contos de fadas. Esses relatos, plenos de fantasia, falam de realidade e mitos arcaicos que transcendem linguagem, raça e geografia e revelam muito a respeito de nós mesmos.
Nessa literatura infantil reúnem-se dois elementos que me apaixonam: o belo e o sinistro. Ela abre, através da imaginação, olhos e medos para a vida real, tecida de momentos bons e ameaças sinistras, experiencias divertidas e outras dolorosas - anulados: a força da inteligencia de pessoas, grupos ou povos ditos "fracos" inúmeras vezes derrota a brutalidade dos "fortes" menos iluminados. Porém o mal existe, a perversão existe, atualmente a impunidade reina neste nosso país, confundindo critérios que antes nos orientavam.
Cabe à familia, à escola e a qualquer pessoa bem intencionada reinstaurar alguns fundamentos de vida e instaurar novos. Não vejo isso em certa - não generalizada - tendencia para uma educação imbecilizante de nossas crianças, segundo a qual só se deve aprender brincando. A escola passou a ser quase um pátio tumultuado, e a falta de respeito reproduz o que acontece tanto em casa quanto em alguns altos escalões do país. Essa mesma corrente de pensamento quer mutilar historias infantis arcaicas como a de Chapeuzinho Vermelho: agora, o Lobo acaba amigo da Vovó...e nada de devorar a velha, nada de abrir a barriga da fera e retirá-la outra vez. Tudo numa boa, todos na mais santa paz, tudo de brincadeirinha - COMO NÃO É A VIDA.
Modificam-se textos de cantigas como "Atirei um pau no gato", transformando-a em um ridículo: "Não atire o pau no gato" e outras bobajadas, porque o gato é bonzinho e nós devemos ser idem, no mais detestavel politicamente correto que já vi. O mundo não é assim. Coisas más e assustadoras acontecem, por isso nossas crianças e jovens devem ser preparados para a realidade. Não com pessimismo e cinismo, mas com a força de um otimismo lúcido.
Medo faz parte de existir, e de pensar. Não precisa ser o terror da violencia doméstica, fisica ou verbal, ou da violencia nas ruas - mas o medo natural e saudavel que nos torna prudentes(não acovardados), pois nem todo mundo é bonzinho, adultos e mesmo crianças podem ser maus, nem todos os líderes são modelos de dignidade. Uma dose no trato com crianças ajudará a dar-lhes o necessário discernimento, habilidade para perceber O POSITIVO E O NEGATIVO, e escolher melhor. Temos muitos adolescentes infantilizados pelo excesso de proteção paterna ou pela sua omissão, na gravíssima crise de autoridade que nos assola; temos jovens adultos incapazes porque quase nada lhes foi exigido, nem na escola nem em casa. Talvez lhes tenham faltado a essencial atenção e o interesse dos pais, na onda do "tudo numa boa".
Dar a volta por cima significará mudar algumas posturas e opções, exigir mais de nós mesmos e de nossos filhos, dos professores e dos alunos, dos governos e das instituições. Ou vamos transformar as novas gerações em fracotes despreparados, vítimas fáceis das armadilhas que espreitam de todos os lados, no meio do honrado e do amoroso - que também existem e precisam se multiplicar. Não prego desconfiança básica, mas uma perspectiva menos alienada. Nem todos os amigos, vizinhos, parentes, professores ou autoridades nos amam e nos protegem. Nem todos são boas pessoas, nem todos são preparados para sua função, nem todos são saudaveis.
Para construir de forma mais positiva nossa vida, é preciso, repito, dispor da melhor das armas, que temos de conquistar sozinhos, duramente, quando não a recebemos em casa nem na escola: O DISCERNIMENTO. Capacidade de analisar, argumentar e escolher para o nosso bem - o que nem sempre significa para nossa comodidade ou sucesso fácil . Quem ama cuida: de si mesmo, da familia, da comunidade, do país. Pode ser difícil, mas é uma assustadora simplicidade, e não vejo outro caminho.
Lya Luft diz em outro texto que 'acredito que a gente pode repensar a vida...Educar e ensinar não deveria ser razão de tanto conflito, com melancólicos resultados como os que muitas vezes se veem por aí. Deveria ser motivo de interesse, adrenalina boa, entusiasmo - ainda que passado por muitos fracassos e frustrações, porque somos todos apenas humanos tentanto entender o mundo de Deus e as humanas trapalhadas.'
Gente o texto é grande mas não dá prá cortar e não fazer um estrago no raciocinio da escritora.
Termino com uma frase da música 'Serra do Luar' que ilustra o que é viver, educar, transformar: "viver é afinar um instrumento, de dentro pra fora, de fora pra dentro. A toda hora, a todo momento..."
Não consigo terminar esse tema acima ,tão denso, se não com suavidade e lá vai outra linda música que é Serra do Luar de Walter Franco
Angela.
beijo no seu coração
Fiquem atento, outros cursos, outras oportunidades virão!
Hoje me deu vontade de escrever sobre educação pais x filhos, escola x alunos e achei um texto da Lya Luft, escritora de peso nesse assunto, que se intitula 'QUEM AMA CUIDA' .
Somos uma geração perplexa, somos uma geração insegura, somos uma geração aflita - mas, como tudo tem seu lado bom, somos uma geração questionadora. O que existe por aí não nos satisfaz. Sofremos com a falta de uma espinha dorsal mais firme que nos sustente, com a desmoralização generalizada que contamina velhos e jovens, com a baixa auto-estima e o descaso. Algum remédio deve ser buscado na realidade, sem desprezar a força da imaginação e a raiz das tradições - até no trato com as crianças.
Uma duradoura influencia em minha vida, meu trabalho e arte foram os contos de fadas. Esses relatos, plenos de fantasia, falam de realidade e mitos arcaicos que transcendem linguagem, raça e geografia e revelam muito a respeito de nós mesmos.
Nessa literatura infantil reúnem-se dois elementos que me apaixonam: o belo e o sinistro. Ela abre, através da imaginação, olhos e medos para a vida real, tecida de momentos bons e ameaças sinistras, experiencias divertidas e outras dolorosas - anulados: a força da inteligencia de pessoas, grupos ou povos ditos "fracos" inúmeras vezes derrota a brutalidade dos "fortes" menos iluminados. Porém o mal existe, a perversão existe, atualmente a impunidade reina neste nosso país, confundindo critérios que antes nos orientavam.
Cabe à familia, à escola e a qualquer pessoa bem intencionada reinstaurar alguns fundamentos de vida e instaurar novos. Não vejo isso em certa - não generalizada - tendencia para uma educação imbecilizante de nossas crianças, segundo a qual só se deve aprender brincando. A escola passou a ser quase um pátio tumultuado, e a falta de respeito reproduz o que acontece tanto em casa quanto em alguns altos escalões do país. Essa mesma corrente de pensamento quer mutilar historias infantis arcaicas como a de Chapeuzinho Vermelho: agora, o Lobo acaba amigo da Vovó...e nada de devorar a velha, nada de abrir a barriga da fera e retirá-la outra vez. Tudo numa boa, todos na mais santa paz, tudo de brincadeirinha - COMO NÃO É A VIDA.
Modificam-se textos de cantigas como "Atirei um pau no gato", transformando-a em um ridículo: "Não atire o pau no gato" e outras bobajadas, porque o gato é bonzinho e nós devemos ser idem, no mais detestavel politicamente correto que já vi. O mundo não é assim. Coisas más e assustadoras acontecem, por isso nossas crianças e jovens devem ser preparados para a realidade. Não com pessimismo e cinismo, mas com a força de um otimismo lúcido.
Medo faz parte de existir, e de pensar. Não precisa ser o terror da violencia doméstica, fisica ou verbal, ou da violencia nas ruas - mas o medo natural e saudavel que nos torna prudentes(não acovardados), pois nem todo mundo é bonzinho, adultos e mesmo crianças podem ser maus, nem todos os líderes são modelos de dignidade. Uma dose no trato com crianças ajudará a dar-lhes o necessário discernimento, habilidade para perceber O POSITIVO E O NEGATIVO, e escolher melhor. Temos muitos adolescentes infantilizados pelo excesso de proteção paterna ou pela sua omissão, na gravíssima crise de autoridade que nos assola; temos jovens adultos incapazes porque quase nada lhes foi exigido, nem na escola nem em casa. Talvez lhes tenham faltado a essencial atenção e o interesse dos pais, na onda do "tudo numa boa".
Dar a volta por cima significará mudar algumas posturas e opções, exigir mais de nós mesmos e de nossos filhos, dos professores e dos alunos, dos governos e das instituições. Ou vamos transformar as novas gerações em fracotes despreparados, vítimas fáceis das armadilhas que espreitam de todos os lados, no meio do honrado e do amoroso - que também existem e precisam se multiplicar. Não prego desconfiança básica, mas uma perspectiva menos alienada. Nem todos os amigos, vizinhos, parentes, professores ou autoridades nos amam e nos protegem. Nem todos são boas pessoas, nem todos são preparados para sua função, nem todos são saudaveis.
Para construir de forma mais positiva nossa vida, é preciso, repito, dispor da melhor das armas, que temos de conquistar sozinhos, duramente, quando não a recebemos em casa nem na escola: O DISCERNIMENTO. Capacidade de analisar, argumentar e escolher para o nosso bem - o que nem sempre significa para nossa comodidade ou sucesso fácil . Quem ama cuida: de si mesmo, da familia, da comunidade, do país. Pode ser difícil, mas é uma assustadora simplicidade, e não vejo outro caminho.
Lya Luft diz em outro texto que 'acredito que a gente pode repensar a vida...Educar e ensinar não deveria ser razão de tanto conflito, com melancólicos resultados como os que muitas vezes se veem por aí. Deveria ser motivo de interesse, adrenalina boa, entusiasmo - ainda que passado por muitos fracassos e frustrações, porque somos todos apenas humanos tentanto entender o mundo de Deus e as humanas trapalhadas.'
Gente o texto é grande mas não dá prá cortar e não fazer um estrago no raciocinio da escritora.
Termino com uma frase da música 'Serra do Luar' que ilustra o que é viver, educar, transformar: "viver é afinar um instrumento, de dentro pra fora, de fora pra dentro. A toda hora, a todo momento..."
Não consigo terminar esse tema acima ,tão denso, se não com suavidade e lá vai outra linda música que é Serra do Luar de Walter Franco
Angela.
beijo no seu coração
terça-feira, 5 de abril de 2011
O AUTOPODER É O VERDADEIRO PODER
Como eu havia falado em postagens anteriores, sinto a necessidade de reforçar mais e mais a importância do autoconhecimento e falar da Lei da Potencialidade Pura que se apóia no fato de que somos essencialmente consciência pura. Dois fatos que se correlacionam.Trata-se de nossa ESSÊNCIA ESPIRITUAL. É o campo de todas as possibilidades e da criatividade infinita.
Ser infinito e ilumitado é pura satisfação.
É no conhecer-se que se reside a capacidade de realização de todos os sonhos, porque você mesmo representa a possibilidade eterna, a imensurável potencialidade de tudo o que foi e poderá vir a ser.
A Lei da Potencialidade Pura também poderia ser chamada de Lei da Unidade, pois, sob a diversidade infinita da vida, encontra-se a unidade do espírito da pessoa. Não existe separação entre você e esse campo de energia. O campo da potencialidade pura é o próprio Eu. E quanto mais você busca a sua verdadeira natureza - o próprio Eu -, mais se aproxima do campo da potencialidade pura.
Seu verdadeiro Eu - que é seu espírito, sua alma - está livre da necessidade de aprovação, de poder externo, de controle das coisas (todas situações baseadas no medo). É imune à crítica. Não teme desafios. Não se sente inferior a ninguém. Mas também é humilde. Não se sente superior, porque reconhece que todas as pessoas representam o mesmo Eu, o mesmo espírito com diferentes faces.O autopoder é, portanto, o verdadeiro poder.
O poder baseado no ego deixa de existir quanto desaparecem por exemplo, o título, o cargo, o dinheiro. Esse poder se esvai.
O autopoder, no entanto, é permanente, porque está fundamentado no conhecimento do Eu. Ele tem características próprias e atrai não só as coisas que você deseja, como as pessoas que possam lhe interessar. Magnetiza as pessoas, as situações e as circunstâncias que alimentam seus sonhos, apoiando-se nas leis naturais. É também o suporte da divindade que se encontra num ser em estado de graça. Esse poder é tão intenso que você encontra prazer em se ligar às pessoas e elas a você. É o poder do vínculo originado do AMOR VERDADEIRO.
Recebi esse vídeo de uma amiga e é um grande exemplo pra mim de autopoder, de potencialidade pura, de criatividade pura.Não o veja como sensacionalismo pois não é essa minha intenção e nem da pessoa do vídeo.
Abraço no coração. Eu, Angela.
Ser infinito e ilumitado é pura satisfação.
É no conhecer-se que se reside a capacidade de realização de todos os sonhos, porque você mesmo representa a possibilidade eterna, a imensurável potencialidade de tudo o que foi e poderá vir a ser.
A Lei da Potencialidade Pura também poderia ser chamada de Lei da Unidade, pois, sob a diversidade infinita da vida, encontra-se a unidade do espírito da pessoa. Não existe separação entre você e esse campo de energia. O campo da potencialidade pura é o próprio Eu. E quanto mais você busca a sua verdadeira natureza - o próprio Eu -, mais se aproxima do campo da potencialidade pura.
Seu verdadeiro Eu - que é seu espírito, sua alma - está livre da necessidade de aprovação, de poder externo, de controle das coisas (todas situações baseadas no medo). É imune à crítica. Não teme desafios. Não se sente inferior a ninguém. Mas também é humilde. Não se sente superior, porque reconhece que todas as pessoas representam o mesmo Eu, o mesmo espírito com diferentes faces.O autopoder é, portanto, o verdadeiro poder.
O poder baseado no ego deixa de existir quanto desaparecem por exemplo, o título, o cargo, o dinheiro. Esse poder se esvai.
O autopoder, no entanto, é permanente, porque está fundamentado no conhecimento do Eu. Ele tem características próprias e atrai não só as coisas que você deseja, como as pessoas que possam lhe interessar. Magnetiza as pessoas, as situações e as circunstâncias que alimentam seus sonhos, apoiando-se nas leis naturais. É também o suporte da divindade que se encontra num ser em estado de graça. Esse poder é tão intenso que você encontra prazer em se ligar às pessoas e elas a você. É o poder do vínculo originado do AMOR VERDADEIRO.
Recebi esse vídeo de uma amiga e é um grande exemplo pra mim de autopoder, de potencialidade pura, de criatividade pura.Não o veja como sensacionalismo pois não é essa minha intenção e nem da pessoa do vídeo.
Abraço no coração. Eu, Angela.
quinta-feira, 31 de março de 2011
VIVER E NÃO TER A VERGONHA DE SER FELIZ
A música O que é, o que é? de Gonzaguinha, ficou sendo a expressão gostosa do meu lema de vida, tão logo ela foi cantada por ele.
Além de compartilhar minha filosofia de vida, quero que ela também seja mais uma dica para você trabalhar a quarta lei ( do livro As Setes Leis Espirituais do Sucesso de Deepak Chopra), a Lei do Mínimo Esforço.
Temos que realmente viver e não ter vergonha de ser feliz?
Ou ser feliz hoje é "pagar mico"?
A vida é real ou a vida é só ilusão?
Você acredita que a vida é o sopro do Criador numa atitude repleta de amor?
Ou é só sofrimento?
E as perguntas rodam e a cabeça agita...
Somos nós que fazemos a vida,
como der,
ou puder,
ou quiser.
Eu fico com a pureza da resposta das crianças: É a vida, é bonita, e é bonita!
Curta o vídeo( se gostar dessa música do Gonzaguinha). Preste atenção na letra.
Um beijo no coração. Eu, Angela.
Além de compartilhar minha filosofia de vida, quero que ela também seja mais uma dica para você trabalhar a quarta lei ( do livro As Setes Leis Espirituais do Sucesso de Deepak Chopra), a Lei do Mínimo Esforço.
Temos que realmente viver e não ter vergonha de ser feliz?
Ou ser feliz hoje é "pagar mico"?
A vida é real ou a vida é só ilusão?
Você acredita que a vida é o sopro do Criador numa atitude repleta de amor?
Ou é só sofrimento?
E as perguntas rodam e a cabeça agita...
Somos nós que fazemos a vida,
como der,
ou puder,
ou quiser.
Eu fico com a pureza da resposta das crianças: É a vida, é bonita, e é bonita!
Curta o vídeo( se gostar dessa música do Gonzaguinha). Preste atenção na letra.
Um beijo no coração. Eu, Angela.
quarta-feira, 30 de março de 2011
PRESENTE DO MAR
A princípio, o corpo cansado toma conta por completo. Como se estivéssemos a bordo de um navio, caímos numa apatia profunda. Rebelamo-nos contra nossa própria mente, contra todas as decisões inadiáveis, voltando aos ritmos primitivos da beira-mar. As ondas altas na praia, o vento nos pinheiros, o lento bater de asas das garças do outro lado das dunas - tudo isso abafa o ritmo frenético da cidade, com seus compromissos de hora marcada e suas obrigações. Ficamos como que enfeitiçados pelas ondas, pelo vento, pelas garças. Soltamos o corpo, nos espreguiçamos na areia. É como se nos tornássemos a própria areia, amortecidos pelo mar. Expostos, abertos, vazios como a praia, deixamos que as marés apaguem nossas marcas passadas.
De repente, numa manhã qualquer, a mente desperta, renasce para a vida outra vez. Não no sentido "urbano", mas no sentido "marinho". Ela começa então a flutuar, a se mexer, a fazer movimentos suaves e negligentes como as ondas preguiçosas que se quebram na praia. Nunca se sabe que possíveis tesouros essas ondas inconscientes vão lançar à areia branca e suave do consciente. Talvez uma pedra redonda de formato perfeito ou uma concha rara do fundo do mar; talvez uma concha-pera, uma concha-lua ou até mesmo um argonauta.
Mas esses tesouros não devem ser procurados, muito menos desenterrados. Nada de escavar o fundo do mar. Isso frustraria nosso objetivo. O mar não recompensa os que são por demais ansiosos, ávidos ou impacientes. Escavar tesouros mostra não só impaciência e avidez, mas também falta de fé. Paciência, paciência e paciência é o que nos ensina o mar. Paciência e fé. Precisamos nos deitar vazio, abertos e sem exigências, como a praia - esperando por um presente do mar.
Quem sabe você nesse um minuto de vídeo, alcance o que Sócrates pediu na prece de Fedro, quando disse: "...ajudai-me a buscar a beleza interior e fazer com que as coisas exteriores se harmonizem com a beleza espiritual." Deixe de preguiça e vai fundo nessa viagem...A conquista da paz interior é feita de atitudes.
(Texto extraído do livro Presente do Mar de Anne Morrow Lindbergh(foi escritora, poeta, esposa, mãe de 5 filhos e primeira norte americana a obter brevê de piloto de planador. Viajava com o marido realizando pesquisas ambientais.Faleceu em 2001 com 94 anos)
Beijo no coração. Eu, Angela.
De repente, numa manhã qualquer, a mente desperta, renasce para a vida outra vez. Não no sentido "urbano", mas no sentido "marinho". Ela começa então a flutuar, a se mexer, a fazer movimentos suaves e negligentes como as ondas preguiçosas que se quebram na praia. Nunca se sabe que possíveis tesouros essas ondas inconscientes vão lançar à areia branca e suave do consciente. Talvez uma pedra redonda de formato perfeito ou uma concha rara do fundo do mar; talvez uma concha-pera, uma concha-lua ou até mesmo um argonauta.
Mas esses tesouros não devem ser procurados, muito menos desenterrados. Nada de escavar o fundo do mar. Isso frustraria nosso objetivo. O mar não recompensa os que são por demais ansiosos, ávidos ou impacientes. Escavar tesouros mostra não só impaciência e avidez, mas também falta de fé. Paciência, paciência e paciência é o que nos ensina o mar. Paciência e fé. Precisamos nos deitar vazio, abertos e sem exigências, como a praia - esperando por um presente do mar.
Quem sabe você nesse um minuto de vídeo, alcance o que Sócrates pediu na prece de Fedro, quando disse: "...ajudai-me a buscar a beleza interior e fazer com que as coisas exteriores se harmonizem com a beleza espiritual." Deixe de preguiça e vai fundo nessa viagem...A conquista da paz interior é feita de atitudes.
(Texto extraído do livro Presente do Mar de Anne Morrow Lindbergh(foi escritora, poeta, esposa, mãe de 5 filhos e primeira norte americana a obter brevê de piloto de planador. Viajava com o marido realizando pesquisas ambientais.Faleceu em 2001 com 94 anos)
Beijo no coração. Eu, Angela.
terça-feira, 29 de março de 2011
A IMPORTÂNCIA DA DISCIPLINA PARA SE OBTER SUCESSO
A disciplina é além de uma virtude, uma via capaz de conduzir as intenções e sonhos para o mundo concreto. É a disciplina que garante a prática, e por sua vez, a prática garante o aprendizado verdadeiro que nos conduz para a conquista da sabedoria. É muito importante sonhar. O sonho é o projeto que antecede as grandes e pequenas construções. Não adianta carregarmos muitos projetos, sonhos e intenções de um lado para o outro; é necessário começar a obra, acreditar que é possível a sua realização. Para isso a prática da disciplina é fundamental; a disciplina liberta os sonhos das grades dos pensamentos para que eles alcancem o plano das ações. Para iniciarmos qualquer movimento é preciso vencer a força inicial da inércia. A perseverança e a força de vontade serão a mola propulsora para desatar essas amarras. Os sentidos, frequentemente, já estão condicionados a realizar o percurso de um velho hábito. Para quebrar um hábito antigo e criar um novo hábito, buscamos a disciplina interior que nos alerta a todo momento o novo percurso que precisa ser trilhado. Depois de alguns dias, meses ou anos, dependendo do enraizamento do hábito, o que antes exigia um grande desprendimento de energia para deixar de ser feito, com o exercício da disciplina se tornará fácil e muito natural - será uma conquista do seu espírito. Muitas vezes queremos ter novas atitudes e sentimos o peso dos velhos condicionamentos a nos impedir de darmos passos adiante no caminho. A disciplina é uma importante ferramenta para nos mantermos na trilha dos nossos sonhos, na busca que acreditamos. Esse é o entendimento correto da disciplina: algo que nos traz maior liberdade - liberdade de fazer o que acreditamos. tudo é possível se vivermos cantando alegremente: Amor, Esforço e Disciplina; Amor, Esforço e Disciplina.(Texto extraído do livro "A Força do Amor" de Sarah Carvalho de Melo, acessem o site da DEDICO Despertar da Divina Consciência).
Quem fez o curso de Prosperidade comigo e com a Ana vai perguntar: Mas a quarta lei não é do mínimo esforço? E isso que vc falou no texto não é muito difícil, exige muito esforço?
Como vocês ouviram sobre o peixe que não tenta nadar; apenas nada. A grama não se esforça para crescer; apenas cresce. Ou seja a natureza despende o mínimo de esforço em seu funcionamento. Com nós, não acontece o mesmo...
Quando iremos deixar de sermos "cães de Pavlov", seres condicionados, inconscientes,resistentes?
Nós, seres humanos, ainda temos que nos esforçar muito devido a nossa empáfia, a nossa irresponsabilidade em culpar algo ou alguém pelas nossas dificuldades; a nossa não auto aceitação e não aceitação de situações e pessoas. A nossa necessidade de estar sempre tentando convencer e persuadir os outros de nossos pontos de vista(passamos noventa e nove por cento do nosso tempo defendendo nossos pontos de vista.Observe as pessoas. Eta, tempo perdido!).
Daí a importância de sermos disciplinados. Sempre tentar tomar consciência dos nossos velhos hábitos e transformá-los em novos hábitos.
Boa reflexão
Um beijo no coração. Eu, Angela.
Quem fez o curso de Prosperidade comigo e com a Ana vai perguntar: Mas a quarta lei não é do mínimo esforço? E isso que vc falou no texto não é muito difícil, exige muito esforço?
Como vocês ouviram sobre o peixe que não tenta nadar; apenas nada. A grama não se esforça para crescer; apenas cresce. Ou seja a natureza despende o mínimo de esforço em seu funcionamento. Com nós, não acontece o mesmo...
Quando iremos deixar de sermos "cães de Pavlov", seres condicionados, inconscientes,resistentes?
Nós, seres humanos, ainda temos que nos esforçar muito devido a nossa empáfia, a nossa irresponsabilidade em culpar algo ou alguém pelas nossas dificuldades; a nossa não auto aceitação e não aceitação de situações e pessoas. A nossa necessidade de estar sempre tentando convencer e persuadir os outros de nossos pontos de vista(passamos noventa e nove por cento do nosso tempo defendendo nossos pontos de vista.Observe as pessoas. Eta, tempo perdido!).
Daí a importância de sermos disciplinados. Sempre tentar tomar consciência dos nossos velhos hábitos e transformá-los em novos hábitos.
Boa reflexão
Um beijo no coração. Eu, Angela.
terça-feira, 22 de março de 2011
Autoconhecimento x Ego
Como temos falado sobre autoconhecimento e como esse tema é vasto e de suma importância para a nossa vida aqui na terra, vamos falando sobre esse assunto aos poucos, para que você possa assimilá-lo com calma e é lógico, colocá-lo logo em prática e alcançando grandes mudanças.
No livro "O Poder do Agora" de Eckhar Tolle ( talvez você já conheça) o autor fala que nossa mente(mente, no sentido em que ele emprega o termo, não é apenas pensamento. Ela inclui nossas emoções, assim como todos os padrões de reações mentais e emocionais inconscientes) é um instrumento, uma ferramenta. Está ali para ser usada em uma tarefa específica e depois ser deixada de lado. Sendo assim, poderia se afirmar que 80% a 90% dos pensamentos não só são repetitivos e inúteis, mas, por conta de uma natureza frequentemente negativa, são também nocivos.
OBSERVE SUA MENTE e verificará como isso é verdade. Essa atitude causa uma perda significativa de energia vital.
Esse tipo de pensamento compulsivo é, na verdade, um vício. O que caracteriza um vício? Simplesmente não termos mais a opção de parar. O vício parece mais forte do que nós. Proporciona ainda uma falsa sensação de prazer, um prazer que, quase sempre, se transforma em sofrimento.
Acreditamos que deixaríamos de existir se parássemos de pensar. No processo de crescimento, construímos uma imagem mental de nós mesmos, baseada em nosso condicionamento pessoal e cultural. Podemos chamar isso "o fantasma do ego". Consiste em uma atividade mental e só pode ser mantido através do pensar constante. A palavra ego tem sentidos diferentes para pessoas diferentes, mas aqui significa um FALSO EU INTERIOR, criado por uma identificação inconsciente.
Para o ego, o momento presente dificilmente existe. Só o passado e o futuro são considerados importantes. O ego está sempre preocupado em manter vivo o passado, porque pensa que sem ele não seríamos ninguém. E se projeta no futuro para assegurar a continuação da sua sobrevivência e buscar algum tipo de ESCAPE ou satisfação lá adiante.
Observe sua mente e verá que é assim que ela funciona.
O momento presente tem a chave para a libertação. Mas você não conseguirá percebê-lo enquanto você for a sua mente.
Precisamos, urgentemente, passar ao próximo estágio(Iluminação), senão seremos destruídos pela mente, que se transformou em um monstro. O pensamento não consegue existir sem a consciência, mas a consciência não necessita do pensamento.
A ILUMINAÇÃO significa chegar a um nível acima do pensamento, e não em ficar abaixo dele, ao nível de um animal ou de uma planta. No estado iluminado, continuamos a usar nossas mentes quando necessário, mas de um modo mais focalizado e eficiente.
Aqui vai uma dica prá ajudá-lo(a) nesse processo:
Na vida diária é possível pôr isso em prática dando total atenção a qualquer atividade rotineira, normalmente considerada como apenas uma meio para atingir um objetivo, de modo a transformá-la em um fim em si mesma.
Por exemplo, todas as vezes que você subir ou descer as escadas em casa ou no trabalho, preste muita atenção a cada passo, a cada movimento, até mesmo à sua respiração. Esteja totalmente PRESENTE. Ou, quando lavar as mãos, preste atenção a todas as sensações provocadas por essa atividade, como o som e o contato da água, o movimento de suas mãos, o cheiro do sabonete, e assim por diante. Ou então, quando entrar em seu carro, pare por alguns segundos depois que fechar a porta e observe o fluxo de sua respiração. Tome consciência de um silencioso, mas poderoso, SENTIDO DE PRESENÇA.
Para medir, sem errar, o seu sucesso nessa prática, verifique o grau de PAZ DENTRO DE VOCÊ.
Se você achou o texto longo demais, é que sua caminhada vai ser mais longa ainda, até você atingir a iluminação.
Agora, se você não o achou tão longo assim, você já está na caminhada em direção à iluminação e aprendendo a se dissociar da sua mente. Vá em frente!
Um beijo no coração. Eu, Angela.
No livro "O Poder do Agora" de Eckhar Tolle ( talvez você já conheça) o autor fala que nossa mente(mente, no sentido em que ele emprega o termo, não é apenas pensamento. Ela inclui nossas emoções, assim como todos os padrões de reações mentais e emocionais inconscientes) é um instrumento, uma ferramenta. Está ali para ser usada em uma tarefa específica e depois ser deixada de lado. Sendo assim, poderia se afirmar que 80% a 90% dos pensamentos não só são repetitivos e inúteis, mas, por conta de uma natureza frequentemente negativa, são também nocivos.
OBSERVE SUA MENTE e verificará como isso é verdade. Essa atitude causa uma perda significativa de energia vital.
Esse tipo de pensamento compulsivo é, na verdade, um vício. O que caracteriza um vício? Simplesmente não termos mais a opção de parar. O vício parece mais forte do que nós. Proporciona ainda uma falsa sensação de prazer, um prazer que, quase sempre, se transforma em sofrimento.
Acreditamos que deixaríamos de existir se parássemos de pensar. No processo de crescimento, construímos uma imagem mental de nós mesmos, baseada em nosso condicionamento pessoal e cultural. Podemos chamar isso "o fantasma do ego". Consiste em uma atividade mental e só pode ser mantido através do pensar constante. A palavra ego tem sentidos diferentes para pessoas diferentes, mas aqui significa um FALSO EU INTERIOR, criado por uma identificação inconsciente.
Para o ego, o momento presente dificilmente existe. Só o passado e o futuro são considerados importantes. O ego está sempre preocupado em manter vivo o passado, porque pensa que sem ele não seríamos ninguém. E se projeta no futuro para assegurar a continuação da sua sobrevivência e buscar algum tipo de ESCAPE ou satisfação lá adiante.
Observe sua mente e verá que é assim que ela funciona.
O momento presente tem a chave para a libertação. Mas você não conseguirá percebê-lo enquanto você for a sua mente.
Precisamos, urgentemente, passar ao próximo estágio(Iluminação), senão seremos destruídos pela mente, que se transformou em um monstro. O pensamento não consegue existir sem a consciência, mas a consciência não necessita do pensamento.
A ILUMINAÇÃO significa chegar a um nível acima do pensamento, e não em ficar abaixo dele, ao nível de um animal ou de uma planta. No estado iluminado, continuamos a usar nossas mentes quando necessário, mas de um modo mais focalizado e eficiente.
Aqui vai uma dica prá ajudá-lo(a) nesse processo:
Na vida diária é possível pôr isso em prática dando total atenção a qualquer atividade rotineira, normalmente considerada como apenas uma meio para atingir um objetivo, de modo a transformá-la em um fim em si mesma.
Por exemplo, todas as vezes que você subir ou descer as escadas em casa ou no trabalho, preste muita atenção a cada passo, a cada movimento, até mesmo à sua respiração. Esteja totalmente PRESENTE. Ou, quando lavar as mãos, preste atenção a todas as sensações provocadas por essa atividade, como o som e o contato da água, o movimento de suas mãos, o cheiro do sabonete, e assim por diante. Ou então, quando entrar em seu carro, pare por alguns segundos depois que fechar a porta e observe o fluxo de sua respiração. Tome consciência de um silencioso, mas poderoso, SENTIDO DE PRESENÇA.
Para medir, sem errar, o seu sucesso nessa prática, verifique o grau de PAZ DENTRO DE VOCÊ.
Se você achou o texto longo demais, é que sua caminhada vai ser mais longa ainda, até você atingir a iluminação.
Agora, se você não o achou tão longo assim, você já está na caminhada em direção à iluminação e aprendendo a se dissociar da sua mente. Vá em frente!
Um beijo no coração. Eu, Angela.
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